quarta-feira, setembro 13, 2006

Crazy Reindeer (offline)

Para tudo na vida existe um princípio e um fim, e este meu blog chegou mesmo ao fim. No princípio, ainda tinha algum tempo para de quando a quando partilhar com todos pequenos bocados da minha vida, mas agora esse tempo já não é o mesmo, e sinto que o tenho de aproveitar de forma diferente, pois outros valores e interesses vieram ao de cima à medida que a idade foi avançando.

Queria só agradecer àqueles que ao longo dos tempos foram aqui deixando as suas marcas digitais como sinal de passagem por este espaço, e dizer que continuem a construir os vossos próprios espaços, pois apesar de eu não ir mais lançar novos textos, irei sempre ler e comentar os vossos.

Obrigado a todos!

Beijinhos e Abraços (devidamente distribuídos)

terça-feira, setembro 12, 2006

Um Exemplo de Nobreza Humana

Todos conhecem, ou pelo menos já devem ter ouvido falar, dos três tenores, aqueles que encantaram o mundo com os seus grandes concertos: Luciano Pavarotti, José Carreras e Plácido Domingo. O que nem todos devem saber é o que se passou há apenas uns anos atrás entre dois destes três grandes senhores da voz, José Carreras e Plácido Domingo, mas que como irão ver é uma história bem real e que mostra do que verdadeiramente a nobreza humana é capaz.

Mesmo quem nunca visitou a Espanha sabe da rivalidade existente entre catalães e madrilenos, rivalidade essa que se deve simplesmente ao facto da Catalunha lutar pela sua autonomia num país dominado por Madrid. Plácido Domingo e José Carreras são ambos filhos de Espanha, mas o primeiro é madrileno e o segundo é catalão, o que fez com que se tornassem inimigos em 1984 devido a questões políticas dentro do próprio país. E estas guerras políticas foram de tal ordem que, sempre que eram solicitados para actuar em concertos à volta do mundo, ambos faziam questão de exigir que o adversário não fosse convidado para esse espectáculo. Isto foi assim durante anos e anos.

Mas foi em 1987 que apareceu a José Carreras um inimigo bem mais implacável que o seu então rival Plácido Domingo, um cancro no sangue, mais precisamente uma leucemia. A sua luta contra esta doença foi bastante difícil, submetendo-se a diversos tratamentos, inclusive a um transplante de medula e a uma constante mudança de sangue, o que o obrigava a viajar mensalmente até aos Estados Unidos. Nesta situação em que se encontrava era de todo impensável a José Carreras poder continuar a cantar, e apesar de ser dono de uma fortuna bastante razoável, os elevados custos das viagens e de todos os tratamentos, a pouco e pouco, foram delapidando as suas finanças.

E foi quando já não tinha condições financeiras para se tratar, que teve conhecimento da existência de uma fundação em Madrid, cuja única finalidade era precisamente apoiar o tratamento de doentes com leucemia. Foi graças a esta fundação, de seu nome Formosa, que José Carreras venceu esta terrível doença e conseguiu voltar a cantar, recebendo novamente fortunas pela sua magnífica voz, e resolveu então associar-se à fundação que lhe trouxe a cura. Mas foi ao ler os seus estatutos dentro da fundação a que se tinha associado, para a qual pretendia também contribuir, que descobriu que o fundador e actual presidente da mesma era, nada mais, nada menos, que o próprio Plácido Domingo.

Não tardou muito para que José Carreras percebesse que Plácido Domingo tinha criado aquela fundação apenas para o ajudar e que este se tinha mantido em anonimato para que ele não se sentisse humilhado ao aceitar a ajuda de alguém que considerava seu inimigo. Surpreendendo Plácido Domingo num dos seus concertos em Madrid, José Carreras interrompeu-lhe a actuação subindo ao palco, onde humildemente se ajoelhou a seus pés, pedindo-lhe desculpas e agradecendo-lhe publicamente. Plácido Domingo ajudou-o a levantar-se e com um forte abraço a José Carreras selaram o início de uma grande e nova amizade que ainda hoje dura e que se espera que continue de pé por muitos e muitos anos.

Mais tarde, uma jornalista perguntou a Plácido Domingo porque havia criado a fundação Formosa, num gesto que para além de ajudar um inimigo, ajudara também o único artista que lhe poderia fazer concorrência. Mas a sua resposta foi curta e definitiva: “porque uma voz daquela jamais se poderia perder!". Desde então, Plácido Domingo e José Carreras voltaram a actuar juntos nos grandes concertos a três, juntamente com Luciano Pavarotti.

I don’t have to say
A word to you
You seem to know
Whatever mood
I’m going through
Feels as though
I’ve known you forever

You
Can look into my eyes and see
The way I feel
And how
The world is treating me
Maybe I have known you forever

We share memories
I won’t forget
And we’ll share more
My friend
We haven’t started yet
Something happens
When we’re together

When
I look at you
I wonder why
There has to come
A time when we must say goodbye
I’m alive when we are together

Amigos para siempre
Means you’ll always be my friend
Amics per sempre
Means a love that cannot end
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

I feel you near me
Even when we are apart
Just knowing you are in this world
Can warm my heart
Friends for life
Not just a summer or a spring
Amigos para siempre

"Amigos Para Siempre", Sarah Brightman

sábado, janeiro 14, 2006

Be Happy Today not Tomorrow

São imensas as vezes em que erradamente nos convencemos de que a vida só será melhor depois: depois de acabarmos os estudos, depois de arranjarmos um emprego, depois de casarmos, depois de termos o primeiro filho, depois de termos o outro, etc. E chegados aqui, sentimos que estamos então frustrados, porque os nossos filhos ainda não são suficientemente crescidos.

Julgamos então que seremos felizes apenas quando crescerem e deixarem de ser crianças, mas depois, desesperamos, porque são adolescentes e até mesmo insuportáveis. Nesta altura pensamos novamente que só iremos ser felizes quando esta fase terminar. E eis que decidimos que a nossa vida estará então completa apenas quando a pessoa que temos ao nosso lado estiver realizada, quando tivermos um carro melhor, quando conseguirmos uma promoção na empresa, quando pudermos ir de férias ou quando nos reformarmos.

Não vale apena esperares até que acabes os estudos, até que encontres um emprego, até que te apaixones, até que te cases, até que tenhas filhos (e que eles saiam de casa), até que te divorcies, até que percas esses dez quilinhos a mais ou até mesmo que partas deste mundo, para decidires que queres então ser feliz, porque que não há melhor momento para o seres do que justamente o presente. Aproveita bem a vida porque a vida são só dois dias, até porque quando deres conta, pode já ela ter passado por ti em vez de teres sido tu a passar por ela.

Passamos a vida a adiar constantemente aquilo que mais procuramos que é a felicidade, mas talvez o melhor a fazer seja mesmo admitir que temos é de ser felizes hoje, até porque a felicidade não é um destino mas sim um caminho!

É p'rá amanhã bem podias fazer hoje
Porque amanhã sei que voltas a adiar
E tu bem sabes como o tempo foge
Mas nada fazes para o agarrar

Foi mais um dia e tu nada fizeste
Um dia a mais tu pensas que não faz mal
Vem outro dia e tudo se repete
E vais deixando ficar tudo igual

É p'rá amanhã bem podias viver hoje
Porque amanhã quem sabe se vais cá estar
E tu bem sabes como a vida foge
Mesmo de quem diz que está p'ra durar

Foi mais um dia e tu nada viveste
Deixas passar os dias sempre iguais
Quando pensares no tempo que perdeste
Então tu queres mas é tarde demais

É p'rá amanhã deixa lá não faças hoje
Porque amanhã tudo se há-de arranjar
E tu bem sabes que o trabalho foge
Mesmo de quem diz que quer trabalhar

Eu sei que tu andas a procurar
Esse lugar que acerte bem contigo
Do que aparece não consegues gostar
E do que gostas já está preenchido

"É P'rá Amanhã", António Variações

domingo, outubro 16, 2005

Cruz da Vida

Ao longo de toda a nossa vida somos confrontados com inúmeras situações nas quais somos chamados a agir e que não são mais do que uma forma de crescermos como pessoas. Muitas dessas situações são verdadeiros obstáculos que temos de ultrapassar, uns ultrapassam melhor que outros, mas os obstáculos estão sempre lá pois fazem parte da vida. E se estes obstáculos forem vistos como uma cruz que carregamos em nós?

Muitos são aqueles que olham para a própria cruz como um fardo nas suas vidas, não percebendo estes que essa cruz representa muito daquilo que eles têm, nomeadamente a própria fé. Quantos não são os que não acreditam no valor da própria cruz e optam por se verem menos carregados de tal fardo. Não será que ao fazerem isto estão simplesmente a deixar para trás parte daquilo que lhes dá vida?

Por mais pequena que seja a cruz de alguns, estes querem muitas vezes a cruz ainda mais pequena. Por vezes tão pequena que chega até a perder o seu significado. Para muitos, à medida que o tempo caminha, pedaços da cruz vão ficando para trás por vontade própria, pedaços esses que são tão simplesmente as peças fundamentais no puzzle da vida de cada um. Mas será que é mesmo isto que se quer?

É realmente nas situações mais delicadas e críticas da vida que muitos se apercebem que estão sem saber o que fazer, pois a ânsia por uma vida aparentemente mais leve os impediu de serem preparados para um futuro com sucessivos obstáculos. Mas são apenas alguns os que reconhecem que na verdade estavam errados e se mostram arrependidos por terem deitado fora aqueles pedaços tão importantes da própria cruz. Como voltar atrás então?

São muitas as dificuldades com que nos deparamos dia após dia. Mas são estas mesmas dificuldades que nos tornam cada vez mais fortes, mais confiantes e mais seguros de nós próprios. É comum dizer-se que a esperança é a última a desaparecer. E isto é bem verdade se tivermos fé e acreditarmos que existe sempre alguém que nunca se esquece de nós e que sabe sempre o que há a fazer para nos guiar pelo melhor caminho apenas através de sinais que simplesmente não se vêem. Esse alguém é mesmo Deus!

Não será de Deus aquela mão tão especial que sempre aparece quando mais precisamos? Apenas temos de ser nós a dar o primeiro passo, por isso: Coloca a tua mão e Deus te ajudará!

quarta-feira, outubro 05, 2005

Estratégia

Albert Einstein sempre disse que tudo na vida era relativo. Talvez nunca se tenha dado conta de quão certo ele estava. Um bom exemplo disto mesmo é o facto de pequenos gestos nossos poderem ser vistos como grandes acções aos olhos de outros. E muitas vezes fazer mais com menos é tão simplesmente uma questão de estratégia.

Havia um cego que se sentava numa calçada em Paris, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira como cartaz que dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego!".

Um publicitário da área de criação, que passava em frente ao cego, parou e viu apenas umas poucas moedas no boné deste. Sem pedir licença, pegou no cartaz e nas costas deste escreveu uma nova frase. Voltou a colocar o cartaz junto do cego e foi-se embora.

Pela tarde, o publicitário voltou a passar em frente do cego. Agora, o seu boné estava já cheio de moedas e notas. O cego reconheceu aquelas pisadas e perguntou-lhe se tinha sido ele quem reescreveu o seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia escrito ali.

O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas apenas com outras palavras!". E sorrindo, continuou o seu caminho. O cego nunca soube, mas o seu cartaz dizia agora: "Hoje é Primavera em Paris, mas eu não posso vê-la!".

O mundo é mesmo feito de pequenos gestos de todos nós, e este será bem melhor se os pudermos começar já hoje!

quarta-feira, setembro 28, 2005

Karting

Desde há muito que eu tinha a curiosidade de experimentar a sensação de andar em karts. Todos me diziam que era algo simplesmente espectacular. Tendo eu um gosto especial pelos desportos motorizados, tinha mesmo de ter essa grande experiência. E foi há bem pouco tempo que experimentei essa sensação pela primeira vez.

Tudo começou numa bela tarde de fim-de-semana em que já só tinha um único objectivo em mente: organizar uma prova de karts só com amigos. E assim foi. No próprio dia tratei logo de obter todas as informações necessárias e uns emails em forma de convite começaram desde logo a circular.

E foi num dos circuitos mais rápidos do país, mais precisamente no KIP (Kartodromo Internacional de Palmela), que 15 amigos se juntaram para se divertirem ao volante de umas miniaturas que dão pelo nome de karts, que com apenas 160 centímetros-cúbicos de cilindrada nos fizeram pôr a adrenalina a circular.

Foi sem dúvida uma das manhãs mais bem passadas de que tenho memória. Não só consegui finalmente realizar uma grande aventura que foi sentir um kart nas mãos como ao mesmo tempo consegui reunir alguns amigos com os quais tenho muito prazer em estar. E apesar dos pequenos precalços que surgiram acho que todos se divertiram, pois diversão era mesmo a palavra de ordem.

Apesar de ainda ter dado algum trabalho a organizar este pequeno evento, fiquei muito contente por tudo ter corrido como planeado (ou quase tudo). A todos os que contribuíram para estes bons momentos, o meu muito obrigado. Para mim foi um dia óptimo! E para vocês? Digam de vossa justiça.

quinta-feira, setembro 08, 2005

Férias

Longe vão os meus tempos de estudante. Tempos esses em que havia sempre tempo para tudo. Tempo para estudar, tempo para descansar, tempo para estar com amigos e tempo para muitas outras coisas. Mas era mesmo nas férias que tudo sabia melhor, apesar de os dias insistirem em querer passar bem mais depressa. Tenho já saudades desses tempos.

Agora que iniciei a minha carreira profissional, é cada vez menos o tempo que tenho até para mim próprio, pois, fazendo bem as contas, passo mais de metade do tempo que estou acordado a trabalhar. SIEMENS é o nome da empresa que me tem feito assim, mas na qual eu me orgulho de trabalhar por muitas razões.

Já lá vão mais de seis meses desde que me estriei a trabalhar. Mas como nem tudo na vida é trabalho, é claro que também tive direito a umas férias, mas que, como todas as férias, souberam a pouco. Apesar de terem sido curtas (apenas duas semenas) elas foram bem boas e não podiam ter começado melhor.

E foi em casa de uma pessoa espectacular chamada Teresa que queimei os meus primeiros cartuxos de férias. Uma casa bem grande com quase um século de vida mas muito bem cuidada e um enorme terreno à volta bem no centro do Algarve, mais precisamente em Almancil, foi onde fui recebido por uma família da qual só existe bem a dizer. Foram três dias simplesmente espectaculares.

O resto dos cartuxos de férias foram queimados já em São João do Estoril, onde vivo actualmente com a minha irmã e os meus pais. Estes dias que restaram serviram essencialmente para estar com a família e amigos, e também para passear com uma rapariga que é linda por fora mas ainda mais bonita por dentro. Obviamente que pelo meio houve ainda tempo para os tão ansiados momentos de puro descanso, nos quais já não punha a vista em cima há muito tempo.

Mas estas férias marcaram também a minha mudança de funções dentro da empresa onde trabalho actualmente. Decididamente não estava nada satisfeito com o trabalho que vinha a desempenhar até então e tinha a clara noção que não era aquele o caminho que queria seguir. E foi então, depois de uma conversa com o meu coordenador de equipa, que algum tempo mais tarde vim a mudar de funções, dentro da mesma empresa, desta vez para uma área onde me sinto como peixe na água.

Ao longo de toda a nossa vida, são muitas as situações em que temos de decidir que direcção seguir. Muitas das decisões podem até ser relativamente triviais mas existem outras que podem ser bem críticas, não só por mexerem com muitos factores a vários níveis mas também por serem decisivas para a vida futura. Devemos sempre procurar o que melhor se encaixa em nós e nunca devemos, em circunstância alguma, aceitar aquilo que nos é dado quando à partida sabemos que isso não é o que nos preenche. Mudar faz parte da vida!

Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

Ver-te sorrir, eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens que ser assim?

Olha que a vida não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver!

"Muda de Vida", António Variações

sábado, agosto 27, 2005

Sweetest Thing

Foi apenas há alguns meses atrás, aquando da minha primeira reunião num grupo de jovens, que muita coisa mudou na minha vida. De entre várias pessoas que faziam parte desse grupo, houve uma pela qual eu senti algo bem diferente. Uns olhos brilhantes e um sorriso lindo mesmo à minha frente foram o suficiente para fixar alguém que se adivinhava espectacular. Desde então o meu olhar nunca mais se desviou desse alguém de quem a única coisa que sabia era o nome: Teresa.

Amar não manda aviso
Não tem hora de chegar
Vem nas asas de um sorriso
Nas flechas de um olhar

À medida que o tempo foi avançando fui percebendo que realmente estava certo ao dar tanto valor a alguém que era mesmo muito importante para mim. E foi então que começei a descobrir todo um mundo perfeito de uma rapariga muito simples, muito amiga dos seus amigos, muito amorosa e carinhosa para quem lhe quer bem, muito inteligente e educada em todas as situações, e ainda sempre pronta a ajudar o próximo da melhor forma que sabe e sempre na melhor altura.

Tantas voltas dá a vida
Tantas voltas dá o mundo
E depois volta não volta
Muda tudo num segundo

Uns tempos mais tarde percebi então que estava na altura de tentar juntar os dois mundos para dar origem a um novo com o melhor de ambos. Foi nessa altura que o meu coração decidiu falar mais alto, dando a conhecer a razão pela qual batia com bem mais força. Não tardou a chegar o dia em que uma simples pergunta seguida de uma simples resposta abriu as portas desse novo mundo que apenas se espera que seja (como é que eu hei-de dizer) perfeito. Esse dia será para sempre guardado como um dos dias mais importantes em toda a minha vida, o dia em que demos as mãos.

Ainda hoje não te sei dizer ao certo o que senti no dia em que te conheci. Terá sido amor à primeira vista? Não sei! Mas uma coisa eu sei: o que sinto por ti é amor e disso nao tenho dúvidas. Obrigado por me fazeres feliz e por me deixares fazer-te feliz.

My love throws me like a rubber ball
She won't catch me or break my fall
Baby's got blue skies up ahead
But in this I'm a rain cloud
You know she likes a dry kind of love

Ain't love the sweetest thing

I wanted to run but she made me crawl
Eternal fire, she turned me to straw
You know I got black eyes
But they burn so brightly for her
This is a blind kind of love

Ain't love the sweetest thing

Blue-eyed boy meets a brown-eyed girl
You can sew it up but you still see the tear
Baby's got blue skies up ahead
But in this I'm a rain cloud
Ours is a stormy kind of love

"Sweetest Thing", U2

terça-feira, agosto 23, 2005

Crazy Reindeer (online)

Já foram várias as vezes que me perguntaram qual era o meu blog. E muitas vezes, tantas quantas as perguntas, tive de responder que ainda não tinha um blog. Mas foram mesmo tantas as vezes que decidi então criar um espaço onde posso partilhar com todos pequenos bocados da minha vida. E aqui está esse espaço.

Muitos estarão a perguntar o porque do blog se chamar Crazy Reindeer. Para quem não sabe, crazy reindeer (em inglês) significa rena maluca. Não é que eu me identifique muito com as renas e muito menos que seja maluco, mas houve alguém que se lembrou de adoptar o spot publicitário "Rodolfo, a rena", fazendo algumas pequenas alterações, e nunca mais me livrei desta alcunha. Na verdade, até gosto!

Este é então o primeiro passo que marca a minha entrada no mundo dos logs na web. Espero poder ter tempo para construir este espaço e espero também poder contar com a colaboração de todos.

Abraços e Beijinhos (devidamente distribuídos)